A reunião que dizem que vai acontecer hoje entre o Primeiro-Ministro e a ministra do Trabalho com o secretário-geral da CGTP, tem um desfecho garantido: o desacordo. Por conseguinte, esta reunião é daquelas coisas que bem podem ser sinómino de perda de tempo, a de uma completa inutilidade. Em bom rigor, a reunião só se realiza num pressuposto de hipocrisia, em que cada uma das partes pretende transmitir uma ideia de que está aberta ao diálogo. No entanto, desde logo pelo historial e comportamento, sabe-se que a CGTP, por ortodoxia, fundamentalismo ideológico e ao serviço do PCP, tem uma postura congénita de estar sempre contra, seja em que circunstância. Posto isto, qualquer pontinha de acordo seria contra-natura e caso para festejar o acontecimento com a instauração de um feriado nacional, o Dia do Entendimento Impossível.
É, pois, uma reunião para fazer de conta. Poderia, muito bem, realizar-se no dia de Carnaval ou no primeiro de Abril. Teria mais propósito.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Comentários sujeitos a aprovação. Comente em contexto e, mesmo que em sentido diferente, de forma respeitosa e construtiva.