06 maio, 2026

Pois, pois, serviço público e coisa e tal

Atentos ao estudo recente da Universidade do Minho, a que a imprensa tem dado eco, que rastreou o percurso de 113 antigos presidentes de câmara após a cessação das suas funções no ano passado, revela dados esclarecedores sobre a simbiose entre o poder político e a sobrevivência profissional em Portugal. A conclusão principal é inequívoca: a "regressão" à vida civil e à profissão anterior é a excepção, e não a regra. De facto, apenas 15 destes antigos autarcas retomaram as carreiras que tinham antes de entrar na política.

Os números detalham uma trajectória de continuidade dentro das estruturas do Estado. Cerca de dois terços dos ex-presidentes (66%) ocupam agora novas posições na esfera pública. Entre os 75 autarcas que se mantiveram ligados ao erário público, 25 transitaram para a Administração Pública,  incluindo direcções regionais, institutos públicos, universidades e fundações, enquanto 23 permaneceram no poder local, embora em municípios vizinhos ou em cargos de oposição. A rede de influências estende-se ainda ao poder central: 20 integraram o Parlamento Nacional, dois tornaram-se deputados regionais e cinco ocupam cargos no Governo. 

No restante espectro, nove optaram pela aposentação, seis transitaram para o sector privado e cinco seguiram para o Parlamento Europeu. Há ainda registo de três indivíduos em associações de cariz público ou privado.

Estes dados impõem uma reflexão necessária sobre a natureza do exercício do poder local. A narrativa oficial da política é, quase invariavelmente, pautada pelo "espírito de missão" e pelo desejo altruísta de servir a comunidade. Contudo, a estatística sugere uma realidade mais pragmática: a política transformou-se numa carreira altamente profissionalizada e num ecossistema de proteção mútua. Cargos no Poder Local são quase sempre elevadores para cargos superiores.

Quando apenas 13% dos autarcas regressam ao seu emprego de origem, torna-se evidente que o cargo de presidente de câmara não é encarado como um parêntese na vida profissional, mas sim como um activo estratégico. Para muitos, a passagem pela autarquia serve para consolidar uma rede de contactos e influências que garante a ocupação de cargos de nomeação em institutos, fundações e organismos estatais onde o mérito técnico é, frequentemente, secundarizado pela lealdade partidária.

Ninguém entra para cargos de tamanha responsabilidade apenas para servir o próximo. Existe uma legítima, embora raramente admitida, preocupação com o "dia seguinte". O problema reside na criação de uma classe política que se torna dependente do Estado para a sua subsistência, o que levanta questões éticas profundas: até que ponto as decisões tomadas durante um mandato não são moldadas pela necessidade de garantir um futuro emprego numa entidade reguladora ou numa direção regional? Enquanto o Estado continuar a ser o principal "almofada" para quem deixa o poder, o conceito de serviço público continuará perigosamente entrelaçado com o interesse pessoal e a segurança profissional da elite política.

29 abril, 2026

É fartar, vilanagem!

As catástrofes naturais que têm assolado Portugal, desde os trágicos incêndios de 2017 às recentes tempestades que fustigaram, sobretudo, o centro do país no início deste ano, deixam marcas profundas no território e na alma das populações. Perante a destruição de habitações, fábricas e explorações agrícolas, a resposta do Estado foi rápida através de fundos de reconstrução é não apenas necessária, mas um imperativo de solidariedade social. Contudo, a par dos escombros, surge frequentemente um fenómeno igualmente corrosivo: o oportunismo de quem vê na tragédia uma oportunidade de lucro ilícito e que procura tirar proveita das facilidades burocráticas dadas pelo Estado como forma de se dar resposta tão rápida quanto possível aos danos e insuficiências.

É comum ouvirmos críticas contundentes à classe política, à burocracia das instituições e à alegada falta de transparência na gestão da coisa pública. No entanto, os relatos recorrentes de candidaturas fraudulentas (como alguém que pediu à volta de 3 mil euros quando na realidade apenas precisou de meia dúzia de telhas que lhe foram oferecidas) a apoios estatais revelam uma dissonância ética preocupante. Quando indivíduos ou empresas tentam obter financiamento para reconstruir estruturas que já se encontravam abandonadas ou em ruínas muito antes do desastre, ou quando inflaccionam prejuízos de forma desproporcional, estão a replicar precisamente os comportamentos que condenam nos seus representantes. Um pouco como, na estrada, alguém que tendo no seu automóvel umas valentes amassadelas, depois de um ligeiro toque de alguém, alega à seguradora que o carro estava impecável. Um simples Fiat Uno é descrito como um Ferrari.

Todos cohecemos, até por perto, casos de falsificação organizada de acidentes automóveis para enganar as seguradoras, e até mesmo em acidentes a envolver bicicletas, em que há quem se preste a substituir peças danificadas vulgares por mais caras para enganar o perito e aumentar a indemnização pela seguradora. Não somos anjinhos e todos conhecemos estas histórias.

Esta microcorrupção do quotidiano sugere que o problema ético não é exclusivo das esferas de poder, mas sim transversal a uma sociedade que, por vezes, confunde astúcia com sobrevivência e oportunismo com direito.

As ramificações destas acções enganadoras são vastas e prejudicam toda a comunidade. Os fundos públicos são finitos. Cada euro desviado para uma estrutura que já estava em ruínas é um euro retirado a uma família que perdeu o seu único teto ou a um empresário que luta para manter postos de trabalho.

A detecção de fraudes obriga o Estado a endurecer os processos de fiscalização. O resultado é um aumento da burocracia que atrasa o apoio a quem dele necessita com urgência, punindo o justo pelo pecador. Nesta situação o Governo confronta-se com a situação de pecar por excesso de zelo ou de abrir a porta e as mãos ao chico-espertismo e oportunistas, tantas vezes estes com o beneplácito de gente que está nas entidades que deviam fiscalizar e zelar pelo interesse público, usando da velha filosofia de que uma mão lava a outra e que em detrimento do Estado ganham todos.

A fraude alimenta o cinismo. Quando a comunidade percebe que o vizinho beneficiou indevidamente de um sistema de apoio, a confiança nas instituições e na própria solidariedade entre pares dissolve-se, dando lugar ao ressentimento.

Uma sociedade que aspira a instituições íntegras deve, obrigatoriamente, sustentar-se numa base de integridade individual. Criticar a corrupcção "lá em cima" enquanto se pratica o oportunismo "aqui em baixo" é uma falha moral que compromete o desenvolvimento do país.

A reconstrução de uma região após uma catástrofe deve ser física, mas também ética. Exigir transparência do governo é um dever cívico, mas agir com honestidade perante os recursos que pertencem a todos é a única forma de garantir que, na próxima tempestade, a rede de apoio seja robusta, rápida e, acima de tudo, justa. Infelizmente, de Pedrógão à região Centro, os exemplos de oportunismo mostram que nada aprendemos. No meio da catástrofe e miséria haverá sempre gente ao saque como na Idade Média. 

É fartar, vilanagem!

27 abril, 2026

Pum, pum! Mais um!

E pronto! Lá se passou e celebrou mais um 25 de Abril. A nível político a coisa tem-se degradado e entre lutas de flores e cores dos cravos, e discussões à volta de quem é o dono do 25 de Abril, alguém virou as costas à intervenção do presidente da Assembleia. Sexualmente falando, o virar-se de costas é pôr-se a jeito, mas no caso terá sido apenas uma falta de educação. De resto ali naquela casa dita da democracia, a boa educação e respeito pela diferença e opiniões diferentes, não devem servir de exemplo, porque tem sido uma má escola. Da direita à esquerda.

Nas ruas, a ter em conta os sinais divulgados pelas redes sociais, há para tudo, até para meninas que já experimentaram as pilas de "fachos". Nestas contas, nada como falar com conhecimento de causa, até porque dizem que o tamanho ainda conta. No mínimo, do tamanho do megafone.

Avante!

23 abril, 2026

O medíocre está de regresso (e ressabiado)

Diz que regressou ao Parlamento para "combater um Governo medíocre". Passada a azia (e deve ter doído), está de regresso o "menino mau", Pedro Nuno dos Santos, para já a não "fazer tremer" a Alemanha e a malta da Europa mas o pessoal do seu partido. Entre directas e indirectas, as suas declarações já estão a provocar ondas no rebanho onde o Carneiro tem que manter o estatuto de "macho alfa". Não será fácil mas prefiro um insonso Carneiro que um medíocre ressabiado. Dispensa-o o PS e seguramente o país da moderação.

Não sei se este Governo é medíocre, sendo que de facto tem dado demasiados tiros  nos pés no tempo que lhe sobra de tempestades, guerras e crises energéticas, mas se assim for, faz sentido, combater a mediocridade com a mediocridade. Ora PNS já demonstrou no passado recente que mediocridade não lhe falta. Vamos, pois, ver como se desenrola o combate. Talvez reúna apoios à esquerda da esquerda da esquerda.

21 abril, 2026

Quem não chora não mama

Pelo que vamos lendo na espuma dos dias, o cenário actual do sector da restauração em Portugal parece marcado por um contraste de perspectivas entre as associações representativas e as entidades reguladoras:

A Posição da AHRESP: A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal manifesta preocupação face ao atraso na implementação dos apoios prometidos pelo Governo em Janeiro passado. A associação do sector sublinha a urgência destas medidas para reforçar a tesouraria das empresas, que consideram essencial para a sustentabilidade do setor. Ou seja: Consideram estar em crise e em dificuldades.

A perspectiva do Banco de Portugal: Em oposição, por estes dias o governador Álvaro Santos Pereira questionou a necessidade de intervenção pública imediata. Com base em dados do INE, argumenta que o sector tem demonstrado resiliência e crescimento robusto, com um aumento de 25% em termos reais desde 2019, impulsionado pelo dinamismo do turismo e do consumo interno.

O Desempenho Recente: Embora se registe uma moderação no ritmo de crescimento, os indicadores de 2025 revelam um aumento de 2,9% no volume de negócios nominal em relação ao ano anterior, desafiando a narrativa de uma crise generalizada no setor.

Face a isto, bem sabemos que sempre foi assim: Neste país quem não chora não mama! E tem sido essa a filosofia de alguns sectores nomeadamente o da restauração. Pelo menos por cá na zona, vejo os restauramtes cheios, a cobrarem bem, e na maioria deles quem quiser almoçar ao Domingo, se pedir reserva no início da manhã já não tem vaga. Mesmo nos demais dias, sobretudo em fim-de-semana, a coisa repete-se. Em dias especiais, ui, ui, todos cheios, todos a bombar. 

Por conseguinte, dificuldades todos temos e que mais não seja pelos factores que não dominamos, como as tempestades de Janeiro, a guerra na Ucrânia e agora a guerra no médio oriente. A esta crise, a estes factores, nem o Governo escapa, e porque somos de percepções, parece que as sondagens dizem que as poucas centenas de pessoas consultadas dizem que estão piores agora do que há dois anos, mesmo entre aqueles que votaram na AD. Pois eu digo o mesmo, mas pelo menos reconheço que o problema não é de Montenegro e companhia que perante estes factores pouco ou nada pode fazer. Do que quer que faça, agora ou a jusante, pagaremos a factura. Apesar disso, há sempre quem acredite em milagres e que bastará uma simples mudança de Governo para a coisa voltar a ser um paraíso. Com estas percepções, o PS já afia as unhas e os dentes e a pôr-se em bicos de pés. Até o Pedro Nuno Santos, depois da indigestão da derrota, já está de regresso ao Parlamento e daqui a nada estará a partir a louça, a traçar cenários com a esquerda mais radical, saudosista da geringonça O Carneiro que se ponha fino.

Era bom que sim, mas que ninguém se iluda. Um país pobre há-de ser sempre pobre a não ser que descubra agora no seu território petróleo, ouro e diamantes ou mesmo governantes competentes. Os milagres têm limites e aquele que dizem que os fez, há dois mil anos, foi crucificado.

Em resumo, casa onde não há pão, todos ralham sem razão e quem não chora não mama! Vamos, pois, continuar a chorar porque haverá sempre alguém a prometer mama.

20 abril, 2026

O Ensino em Portugal: Entre a missão pedagógica e a agenda ideológica

A propósito de uma parte de comentário de alguém num certo blog: 

"...O meu maior receio (que vem das minhas constatações diárias do que as pessoas dizem e do que as pessoas fazem) é que na verdade a maioria das pessoas aqui não merece uma coisa melhor porque pensam por chavões que repetem e defendem coisas erradas. O que não é estranho porque a primeira coisa que o 25/4 fez foi começar a destruir o sistema de ensino, sempre com resultados piores que ninguém questiona porque no fundo o Ensino é o verdadeiro bastião comunista e anti-ocidental não sendo por acaso que quem manda nas Escola é a CGTP e todas as escolas estão organizadas em torno dos interesses de uma classe e não do ensino em si."

Porque, no essencial, concordo, e pegando no assunto, considero que a influência do sindicalismo de matriz ideológica no sistema de ensino português, particularmente através das federações ligadas à CGTP, constitui um dos factores mais determinantes e controversos da política educativa contemporânea. Desde a ruptura institucional de 1974, verificou-se uma transição de um modelo de ensino rígido e elitista para um sistema massificado que, contudo, permitiu a consolidação de estruturas sindicais com uma capacidade de intervenção política sem paralelo em outros sectores da administração pública. Esta presença constante traduz-se frequentemente numa organização escolar que parece privilegiar os interesses corporativos e as agendas laborais de uma classe em detrimento da estabilidade pedagógica e da eficácia do próprio ensino. Para avaliar a influência do sindicalismo sobre o nosso sistema escolar público basta considerar que Mário Nogueira esteve 18 anos, quase duas décadas, à frente da FENPROF, numa militância ideológica que revela muito sobre as amarras do sindicalismo aos condicionalismos do ensino. 

O recurso sistemático a greves e paralisações por parte destes sindicatos de esquerda tem imposto um clima de instabilidade recorrente nas escolas públicas, cujas consequências se reflectem directamente no aproveitamento escolar dos alunos. Ao interromper o fluxo curricular de forma intermitente, estas acções sindicais acabam por aprofundar as assimetrias sociais, uma vez que as famílias com maiores recursos encontram no ensino privado uma alternativa imune a este tipo de bloqueios. Esta realidade sustenta a crítica de que o ensino público se transformou num reduto ideológico e num bastião de resistência a reformas que visem a modernização ou a introdução de critérios de mérito e competitividade.

Desta forma, a percepcção de que as escolas estão organizadas em torno de uma agenda anti-ocidental ou puramente sindical ganha força quando se observa a dificuldade em implementar mudanças estruturais que não passem pelo crivo das federações dominantes. Enquanto o sistema permanecer condicionado por esta dinâmica de confronto permanente e por uma visão ideológica datada, a missão primordial da escola, que deveria ser a transmissão de conhecimento e a preparação de excelência para os desafios globais, continuará a ser secundarizada em favor de uma luta política que mantém o ensino português num estado de estagnação preocupante e que só quem ignora os sinais e mesmo os índices é que pode pensar o contrário.

Finalizo com a certeza de que muitos discordarão desta opinião, acreditando que a situação actual é a correcta. A esses, resta o desfecho inerente à sua própria complacência.

17 abril, 2026

Dupla personalidade

A ser verdade o que disse Rui Rocha sobre Tiago Antunes, como diligente propagandista de Sócrates e seus fiéis, por detrás da máscara de Miguel Abrantes, e eu também acredito que sim, o problema da eleição falhada desta figura para Provedor da Justiça, é de ser uma figura dupla. Ora a um Proveder exige-se um perfil sem dúvidas, de insenção a toda a prova, o que não parece ser o caso. Não creio que este "Miguel Abrantes" esteja já curado desse fanatismo discipular ao mestre nem perdido o gosto de "arriar na direita", como apregoava.

Posto isto, ainda bem que há deputados com memória. 


16 abril, 2026

A relativizar - Olarilólé

Bem sabemos que, por ofício, os advogados veem num assassino, num violador, num criminoso, etc, apenas um inocente ou, quando as evidências e provas não o desmentem, relativizam, dão todos os descontos e procuram que a pena seja a menor de todas, mesmo que a mais grave seja leve face à natureza do crime. Em Portugal, tanta paga um criminoso por matar qualificadamente uma pessoa, como 10 20, 100 ou 1000 ou por aí fora.  Por cá, é tudo soft e o sentido de justiça é proporcional.

Ainda agora, apanhado o (dizem que presumível) autor do atentado terrorista contra a Marcha pela Vida, o seu advogado, o popularíssimo Ricardo Sá Fernandes, já veio setenciar que a medida de prisão preventiva aplicada pelo fundamentalista de esquerda, é pesada e que o Tribunal cedeu à pressão mediática, mesmo que a natureza e a gravidade do atentado tivesse todos os ingredientes para ser uma tragédia. Temos assim que, para o ilustre defensor, mesmo das causas indefensáveis, o homem é um santo e a sua acção foi uma mera infantilidade ou uma improdudência. Com jeito, provará a sua inimputabilidade ou que estava com pó a mais nas narinas.

Assim vamos indo, a rir e a saltar, a relativizar, mesmo que crimes graves. Olarilólé!

02 abril, 2026

Habituem-se!

Porque é que se incomodam os partidos com posição contrária à lei da nacionalidade agora aprovada? Refilem, mas percebam que é apenas a democracia a funcionar.  Não foi assim com o poder tomado pela maioria parlamentar que deu lugar à geringonça? Habituem-se!

Quanto à lei, parece-me que poderia ir mais além. Ficou muito branda, mas há que atender a uma Constituição que começa a mostrar-se caduca e desadequada. Afinal já padece dos males da idade e das mudanças na sociedade. Talvez vá sendo tempo de se equacionar a sua alteração. E não voltem a ficar impertigados os que se mostram contra, pois, queira-se e goste-se, ou não, será sempre pela via da democracia e dentro do que a senhora Constituição prevê. 

28 março, 2026

Taras e manias

Com a divulgação de uma primeira leva da lista de empresas associadas à Spinumviva, e dizem que outras mais virão, aqueles que a reclamaram e adoram estas coisas como algo sumarento ou activador como o pau-de-cabinda, devem já estar a sentir palpitações e não tardam os orgasmos, literais ou visuais. 

Por mim, pessoa do género masculino, apraz-me muito mais a figura de uma bela mulher, mas, como taras e manias todos teremos, e já delas cantava o saudoso Marco Paulo, há quem vá às núvens só por ouvir falar na Ferpinta, Cofina, Solverde, a Grupel, Itau, etc, etc. Ouvir pronunciar Rádio Popular e CLIP - Colégio Luso Internacional do Porto, ui, ui, deve ser mesmo a cereja no topo do bolo. Se os sites de pornografia descobrem o filão, vão abrir uma nova categoria: Lista de empresas da Spinumviva.

Aprender até morrer!


Você não tem um pingo de vergonha

E todo homem sonha, ter alguém assim (lista de empresas)

Realizando minhas fantasias,

Taras e manias, você vem pra mim.

Pois, pois, serviço público e coisa e tal

Atentos ao estudo recente da Universidade do Minho, a que a imprensa tem dado eco, que rastreou o percurso de 113 antigos presidentes de câm...

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