A propósito da reforma precoce do Mário Centeno, do Banco de Portugal, independentemente de alguma exploração mediática e partidária à volta do assunto, ao comum dos portugueses não restarão dúvidas de que esta coisa de "sermos todos iguais" é uma expressão "para enganar tolos", mesmo que conste na sagrada constituição. Em boa verdade, há uns mais iguais que outros. Os que gravitam no sistema político, administrativo e em boa parte do funcionalismo público, no que toca à idade legal da reforma, beneficiam destas "igualdades" e de sistemas restrictos, feitos à medida, como será o caso. Gente com a reforma plena com idade abaixo dos 60 é pasto.
Por isso, sigam lá com a palhaçada do "todos iguais", mas não nos façam rir ou vestir de anjinhos.
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