03 junho, 2026

Os ayatollahs do sindicalismo

Quando vejo uma imagem com praia e palmeiras e belas mulheres em mini biquini, associo a coisa a paraísos tropicais; Quando observo um urso polar em cima de um bloco de gelo à espera da foca sinto um frio de rachar, assim como quando a fotografia mostra um vulcão em erupção, a cuspir lava e cinzas, cheira-me a ovos podres e sinto um calor a queimar. 

Esta associação é natural, involuntária e ocorre em muitas outras coisas, como aromas que nos despertam sensações e outras imagens que nos remetem para outras memórias, boas ou más. 

Neste contexto, e tenho a certeza que são todos boas pessoas e chefes de família, mesmo que já tenha dúvidas se são realmente trabalhadores embora digam que os defendem, mas empre que vejo dirigentes da CGTP-IN, e tempo de antenas não lhes é negada pela imprensa e televisões, remetem-me para aquelas intervenções inflamadas e fundamentalistas dos ayatollahs do Irão e seus comparsas dirigentes terroristas do Hamas, Ezbollah e Houthis. Bem que tento repudiar a imagem, porque é exagerada, mas realmente assim é

Por conseguinte, passe o exagero e a imagem que me suscitam, mas vejo ali naqueles dirigentes muito do fundamentalismo e carreirismo. Creio que em muito, esses dirigentes não querem defender os interesses dos trabalhadores do sector público,  porque esses sempre tiverem no nosso regime o queijo e a faca na mão e não perdem uma oportunidade de fazer gazeta, se possível, e quase sempre, à sexta-feira ou na véspera de feriado semanal. Não! O que eles defendem é a sua própria existência como dirigentes e facção política de uma esquerda caduca e em vias de extinção. 

Odeiam por necessidade a evolução e acompanhamento do tempo e da sociedade incluindo o mundo do trabalho e emprego. De resto, basta analisar o historial desta seita sindical para perceber que quase nunca se puseram de acordo com as demais partes dos ditos parceiros sociais, como se o mundo do trabalho seja só trabalhadores e os empresários sejam os bandidos. Por eles, a CGTP-IN, o trabalho ainda estaria regulado pelos cânones da União Soviética. Não estando, seguem a linha do terrorismo grevista, marcando greves, parciais ou gerais, como quem envia rockets e mísseis.

Os ayatollahs do sindicalismo

Quando vejo uma imagem com praia e palmeiras e belas mulheres em mini biquini, associo a coisa a paraísos tropicais; Quando observo um urso ...

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