Isto das manifestações e "acampadas", já passou a circo (com o devido respeito aos palhaços, trapezistas e malabaristas).
Só terminará quando as televisões deixaram de lhes dar palco e antena. Mas, como o meu cão que não larga o osso logo que o abocanha (e até se enfurece com quem o tentar subtrair), a coisa vai demorar.
Até lá, é o velho oportunismo e os partidos extremistas da esquerda, sem qualquer relevância pelo voto democrático e popular, a pretenderem capitalizar, a levantarem-se da insignificância parlamentar. Nada de novo numa velha e caduca forma de ser.
Pena que os verdadeiros e pacíficos manifestantes, por uma causa legítima, se deixem enredar em más companhias, as que buscam precisamente o confronto com quem tem de exercer a autoridade e a legalidade. Sem ele, não há medalhas.
Em resumo, sabendo-se que quem vai à guerra dá e leva, do que tenho visto, face ao reiterado confronto e provocação às forças de segurança, tem havido falta de cacetada. Muitos destes arruaceiros não conhecem outra linguagem.
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